Triagem orientadora

Você informa a doença, a idade, o estado e três situações objetivas. A ferramenta compara isso com os critérios publicados no registro de cada estudo e mostra quais são compatíveis — e, o que quase nenhuma ferramenta faz, explica por que os outros não apareceram.

Gratuito · Nada do que você digitar sai deste navegador

Antes de começar, o mais importante: esta ferramenta não diz se você é elegível. Nenhuma ferramenta na internet, com ou sem inteligência artificial, é capaz disso — e quem promete isso está errando ou enganando.

A elegibilidade real depende de exames, do estágio da doença, dos medicamentos em uso e de dezenas de critérios que só a equipe do centro de pesquisa pode avaliar. O que fazemos aqui é outra coisa, mais modesta e mais honesta: comparar o que você informou com os poucos critérios objetivos publicados — idade, estado do centro, algumas situações de sim ou não — e mostrar o que sobra.

O resultado serve para uma coisa: você chegar à consulta com uma lista na mão e uma pergunta melhor. Ao final há uma folha para imprimir e levar ao médico.

Sobre os seus dados. Esta página funciona inteiramente dentro do seu navegador. O que você preencher não é enviado para lugar nenhum, não é gravado, não é visto por nós e desaparece quando você fechar a aba. Não há cadastro, não há login e não pedimos o seu nome. Se você imprimir a folha final, ela existe só no seu papel.
A triagem

Cinco perguntas objetivas

Só perguntamos o que você sabe responder com certeza, sem consultar exame nenhum. Nada aqui exige julgamento clínico — e é justamente por isso que a resposta é confiável dentro do que ela se propõe.

Passo 1

Qual doença

A lista traz as 30 doenças acompanhadas na edição atual do Radar. Se a sua não estiver aqui, escreva para nós: a lista cresce a cada edição.

Passo 2

Idade e estado

A idade em anos completos do paciente — para bebês com menos de um ano, escreva 0. O estado serve para separar o que tem centro perto de você do que exigiria deslocamento.

Passo 3

Três situações de sim ou não

Estas três aparecem como critério de exclusão em muitos protocolos, e são coisas que a família sabe responder sem médico. Se não souber alguma, deixe em "não sei" — nada será descartado por causa dela.

O paciente já recebeu terapia gênica ou terapia celular?

São tratamentos de dose única que modificam ou substituem células — no Brasil, o exemplo mais conhecido é o Zolgensma, na atrofia muscular espinhal. Quem já recebeu costuma ficar fora de estudos novos do mesmo tipo.

O paciente já fez transplante de medula óssea?

Transplante de células-tronco hematopoéticas, feito principalmente em doenças do sangue. Também é critério de exclusão frequente.

O paciente está participando de outro estudo clínico neste momento?

Participar de dois estudos ao mesmo tempo é vedado em quase todos os protocolos, por segurança e porque impede saber o efeito de cada tratamento.

Tira-dúvidas

As dezesseis perguntas que mais aparecem

As respostas abaixo foram escritas e conferidas uma a uma — não são geradas na hora por um programa. Se a sua dúvida não estiver aqui, mande: ela entra na lista.

Aviso. Conteúdo informativo e educativo, em conformidade com o Provimento 205/2021 da OAB. Não constitui orientação médica nem consulta jurídica, e não substitui avaliação do médico assistente ou da equipe do centro de pesquisa. Os dados de cada estudo vêm do ClinicalTrials.gov na data de corte indicada no topo do boletim e podem ter mudado desde então: confirme sempre no link antes de se deslocar.